Há seis anos o Nepal realiza o Festival de Elefantes de Chitwan, em Sauraha, cidade no centro sul do país onde fica a entrada principal de um parque nacional. O evento atraiu este ano mais de mil turistas, de acordo com os organizadores.
Colt Fake anda pela Metal Bikes, o lado total crazy do BMX. Eles realmente não tem nenhum amor a vida. O vídeo é até leve perto de outros que eu já assisti da Metal Bikes. Em breve posto vídeos de outros membros.
O Metric lançou o álbum Fantasies entre março e abril desse ano e, a partir disso, cheguei a algumas conclusões. Primeiro, preciso me informar: uma das bandas que eu mais curto lançou um novo álbum, ele vazou na internet um mês antes da previsão de estréia e eu só descubro isso 3 meses depois do ocorrido. Segundo, Emily Haines tem quase 40 anos e dá show em menina de 20. Terceiro, o novo álbum do Metric tem um som mais pesado do que os anteriores.
O Fantasies parece meio obscuro, as faixas Sick Muse e Front Row são as maiores provas disso. No entanto, o Metric segue no mesmo estilo pulsante que sempre teve, sem falar na bela voz da bela Emily Haines. Embora o Fantasies não seja tão, digamos, “soft” (pra não dizer “fofinho”) quanto os álbuns anteriores, possui uma sonoridade ótima, e algumas faixas como Help I’m Alive e Gimme Sympathy grudam na cabeça depois de escutadas.
Pensando bem, depois de analisar o que foi feito anteriormente pela banda, percebe-se que a cada álbum o som da banda fica gradativamente mais pesado. O início (tirando fora os EPs) com Grow Up and Blow Away (2001) é bem delicado, e continua delicado, mas não tanto, com o (meu preferido) Old World Underground, Where Are You Now? (2003); quando surge o Live it OUT (2005), a sonoridade é um pouco mais pesada do que o “normal”, e se torna (quase) efetivamente pesada no Fantasies (2009). O que será que vem a seguir?
Isso cabe ao Metric responder. Só espero que o próximo álbum seja como o Fantasies: todas as faixas no MySpace, prontas para serem ouvidas e com direito a download gratuito de faixa. Vale a pena conferir.
Domingão super triste entocado em casa sem nenhuma perspectiva de poder dar uma voltinha de magrela. Porra, a Sundown não tinha patrocinado o sol?
Estava eu sem ter o que fazer, bisbilhotando na internet, quando me deparo com esse vídeo. Baita exemplo de força de vontade. Veja o vídeo e se surpreenda.
Ahhh, o amor. Você caro amigo(a), que sempre quis saber como manter um relacionamento duradouro, mas sempre se viu impotente diante das situações que a vida lhe apresenta? Seus problemas acabaram. Veja nesse vídeo, todos os segredos para uma boa vida amorosa sendo revelados.
Nele, Seu Manoel, um ídolo, um herói, revela como se faz a difícil tarefa de manter um casamento estável, cheio de amor e carinho, por mais de 54 anos.
Lançado entre março e abril desse ano, o novo álbum da banda nova iorquina Yeah Yeah Yeah’s com certeza surpreendeu aos fãs (eu que o diga). Karen O (a vocalista super-estilosa), Nick Zinner (guitarrista) e Brian Chase (baterista) ainda são o YYY, e a banda ainda faz a clássica mistura de sintetizadores, guitarras e a voz de Karen O. O que mudou foi a dosagem.
It’s Blitz! é altamente disco anos 70, diria até que é um álbum bem feminino. Salvo a faixa “Shame And Fortune” que mantém o estilo dos álbuns anteriores (“Fever to Tell” de 2003, e “Show Your Bones” de 2006) e as faixas bônus – regravações em formato acústico de quatro faixas do álbum – , todo o álbum mostra a (grande) sobreposição dos sintetizadores sobre o som da guitarra, coisa inédita no som da banda (até então).
Normalmente quando bandas mudam seu estilo, a surpresa não é boa. Para minha alegria e dos demais fãs do Yeah Yeah Yeah’s, o It’s Blitz! ficou ótimo. O novo YYY é dançante e impactante (como o ovo esmagado da capa do It’s Blitz!). Impossível não sentir vontade de dançar ao ouvir faixas como “Heads Will Roll”, “Zero” e “Dragon Queen”.
Mais Yeah Yeah Yeah’s em: Site oficial MySpace
Todos nascem, morrem, crescem, se reproduzem, alguns ouvem o latrina e morrem. A morte, sim meus caros amigos, a morte foi o tema do Programa Latrina 19, mas não qualquer morte, nãooo, apenas e somente mortes dignas de prestígio e reconhecimento que transcendem as barreiras da existencia terrestre, que tiveram a honra de aparecer no Darwin Awards, apenas mortes que transformaram meros mortais em heróis, que serão lembrados para sempre dentro de nossos corações.
O Brasil nao fica pra trás, para nosso orgulho temos o padre baloeiro que nao poderia deixar de ser lembrado neste programa.
Padre baloeiro
Se você meu caro amiguinho, quer se aventurar por esse mundo de fantasias e aventuras, nao deixe de fazer o download deste programa.
Pegue dois (ineficientes) apresentadores de webradio, junte à eles um programa ruim, adicione um tema de difícil compreensão que os apresentadores se confundam ao explicar. Voilà! Eis a receita para o 18º programa Latrina. Ou não.
O teletransporte parecia mais fácil de entender quando conversávamos “ ao vivo um com o outro (entenda-se utilizando gestos, desenhos ou algo compreensível para explicar). Mas a nossa falha não significou nada no programa, pois quem roubou a cena foi o entrevistado do dia.
Welder
De sopetão convidamos o acadêmico do 2º ano de filosofia noturno Welder, para contar alguma historia engraçada ou algum acontecimento interessante da vida dele. Para nossa surpresa o Welder mostrou-se bastante confortável na entrevista e não pestanejou ao contar a bizarra historia da revolta contra o macarrão instantâneo.
O programa foi inesquecível para nós, e sem sombra de duvida inesquecível para quem esteve presente nos estúdios da Kula, pois no meio de tantas risadas é difícil entender alguma coisa na gravação. Mesmo assim, vale a penas fazer o download e conferir esse memorável programa.
No bloco “Escuta essa” ouvimos o som do Le Tigre. A banda é formada pela ex-vocalista do Bikini Kill, Kathleen Hanna, juntamente com Johanna Fateman e JD Samson. Da mesma forma que o Bikini Kill, o Le Tigre conta com letras típicas do feminismo riot grrrl e samples eletrônicos, sem falar nos gritos rasgados que minha mãe odeia ouvir.
Le tigre
Jo-quem-pô! Sim, senhoras e senhores, o chamado “Pedra, papel e tesoura” é um esporte digno de torneio internacional. É um esporte tão renomado, que ganhou espaço no programa Latrina no quadro “Histórias e Estórias”. Ouvindo o programa, você confere as variações do esporte e tudo sobre o campeonato mundial (que oferece um prêmio de 50 mil dólares) e seus bizarros participantes.
Turminha supimpa jogando Jo-quem-pô.
Se você quer ficar por dentro das novidades do mundo do Jo-quem-pô, faça o download deste programa.