Estudantes chineses denunciaram que uma universidade do leste da China criou patrulhas para policiar casais que estejam se beijando nas dependências do instituto.
Depois de estrear como diretor neste ano, Matheus Nachtergaele planeja retomar a carreira de ator em 2010. Em entrevista a agência Efe, disse que planeja viver o carnavalesco e artista plástico Joãosinho Trinta em longa.
Colt Fake anda pela Metal Bikes, o lado total crazy do BMX. Eles realmente não tem nenhum amor a vida. O vídeo é até leve perto de outros que eu já assisti da Metal Bikes. Em breve posto vídeos de outros membros.
O Metric lançou o álbum Fantasies entre março e abril desse ano e, a partir disso, cheguei a algumas conclusões. Primeiro, preciso me informar: uma das bandas que eu mais curto lançou um novo álbum, ele vazou na internet um mês antes da previsão de estréia e eu só descubro isso 3 meses depois do ocorrido. Segundo, Emily Haines tem quase 40 anos e dá show em menina de 20. Terceiro, o novo álbum do Metric tem um som mais pesado do que os anteriores.
O Fantasies parece meio obscuro, as faixas Sick Muse e Front Row são as maiores provas disso. No entanto, o Metric segue no mesmo estilo pulsante que sempre teve, sem falar na bela voz da bela Emily Haines. Embora o Fantasies não seja tão, digamos, “soft” (pra não dizer “fofinho”) quanto os álbuns anteriores, possui uma sonoridade ótima, e algumas faixas como Help I’m Alive e Gimme Sympathy grudam na cabeça depois de escutadas.
Pensando bem, depois de analisar o que foi feito anteriormente pela banda, percebe-se que a cada álbum o som da banda fica gradativamente mais pesado. O início (tirando fora os EPs) com Grow Up and Blow Away (2001) é bem delicado, e continua delicado, mas não tanto, com o (meu preferido) Old World Underground, Where Are You Now? (2003); quando surge o Live it OUT (2005), a sonoridade é um pouco mais pesada do que o “normal”, e se torna (quase) efetivamente pesada no Fantasies (2009). O que será que vem a seguir?
Isso cabe ao Metric responder. Só espero que o próximo álbum seja como o Fantasies: todas as faixas no MySpace, prontas para serem ouvidas e com direito a download gratuito de faixa. Vale a pena conferir.
Domingão super triste entocado em casa sem nenhuma perspectiva de poder dar uma voltinha de magrela. Porra, a Sundown não tinha patrocinado o sol?
Estava eu sem ter o que fazer, bisbilhotando na internet, quando me deparo com esse vídeo. Baita exemplo de força de vontade. Veja o vídeo e se surpreenda.
Ahhh, o amor. Você caro amigo(a), que sempre quis saber como manter um relacionamento duradouro, mas sempre se viu impotente diante das situações que a vida lhe apresenta? Seus problemas acabaram. Veja nesse vídeo, todos os segredos para uma boa vida amorosa sendo revelados.
Nele, Seu Manoel, um ídolo, um herói, revela como se faz a difícil tarefa de manter um casamento estável, cheio de amor e carinho, por mais de 54 anos.
Lançado entre março e abril desse ano, o novo álbum da banda nova iorquina Yeah Yeah Yeah’s com certeza surpreendeu aos fãs (eu que o diga). Karen O (a vocalista super-estilosa), Nick Zinner (guitarrista) e Brian Chase (baterista) ainda são o YYY, e a banda ainda faz a clássica mistura de sintetizadores, guitarras e a voz de Karen O. O que mudou foi a dosagem.
It’s Blitz! é altamente disco anos 70, diria até que é um álbum bem feminino. Salvo a faixa “Shame And Fortune” que mantém o estilo dos álbuns anteriores (“Fever to Tell” de 2003, e “Show Your Bones” de 2006) e as faixas bônus – regravações em formato acústico de quatro faixas do álbum – , todo o álbum mostra a (grande) sobreposição dos sintetizadores sobre o som da guitarra, coisa inédita no som da banda (até então).
Normalmente quando bandas mudam seu estilo, a surpresa não é boa. Para minha alegria e dos demais fãs do Yeah Yeah Yeah’s, o It’s Blitz! ficou ótimo. O novo YYY é dançante e impactante (como o ovo esmagado da capa do It’s Blitz!). Impossível não sentir vontade de dançar ao ouvir faixas como “Heads Will Roll”, “Zero” e “Dragon Queen”.
Mais Yeah Yeah Yeah’s em: Site oficial MySpace
Todos nascem, morrem, crescem, se reproduzem, alguns ouvem o latrina e morrem. A morte, sim meus caros amigos, a morte foi o tema do Programa Latrina 19, mas não qualquer morte, nãooo, apenas e somente mortes dignas de prestígio e reconhecimento que transcendem as barreiras da existencia terrestre, que tiveram a honra de aparecer no Darwin Awards, apenas mortes que transformaram meros mortais em heróis, que serão lembrados para sempre dentro de nossos corações.
O Brasil nao fica pra trás, para nosso orgulho temos o padre baloeiro que nao poderia deixar de ser lembrado neste programa.
Padre baloeiro
Se você meu caro amiguinho, quer se aventurar por esse mundo de fantasias e aventuras, nao deixe de fazer o download deste programa.
Pegue dois (ineficientes) apresentadores de webradio, junte à eles um programa ruim, adicione um tema de difícil compreensão que os apresentadores se confundam ao explicar. Voilà! Eis a receita para o 18º programa Latrina. Ou não.
O teletransporte parecia mais fácil de entender quando conversávamos “ ao vivo um com o outro (entenda-se utilizando gestos, desenhos ou algo compreensível para explicar). Mas a nossa falha não significou nada no programa, pois quem roubou a cena foi o entrevistado do dia.
Welder
De sopetão convidamos o acadêmico do 2º ano de filosofia noturno Welder, para contar alguma historia engraçada ou algum acontecimento interessante da vida dele. Para nossa surpresa o Welder mostrou-se bastante confortável na entrevista e não pestanejou ao contar a bizarra historia da revolta contra o macarrão instantâneo.
O programa foi inesquecível para nós, e sem sombra de duvida inesquecível para quem esteve presente nos estúdios da Kula, pois no meio de tantas risadas é difícil entender alguma coisa na gravação. Mesmo assim, vale a penas fazer o download e conferir esse memorável programa.
No bloco “Escuta essa” ouvimos o som do Le Tigre. A banda é formada pela ex-vocalista do Bikini Kill, Kathleen Hanna, juntamente com Johanna Fateman e JD Samson. Da mesma forma que o Bikini Kill, o Le Tigre conta com letras típicas do feminismo riot grrrl e samples eletrônicos, sem falar nos gritos rasgados que minha mãe odeia ouvir.
Le tigre
Jo-quem-pô! Sim, senhoras e senhores, o chamado “Pedra, papel e tesoura” é um esporte digno de torneio internacional. É um esporte tão renomado, que ganhou espaço no programa Latrina no quadro “Histórias e Estórias”. Ouvindo o programa, você confere as variações do esporte e tudo sobre o campeonato mundial (que oferece um prêmio de 50 mil dólares) e seus bizarros participantes.
Turminha supimpa jogando Jo-quem-pô.
Se você quer ficar por dentro das novidades do mundo do Jo-quem-pô, faça o download deste programa.